quinta-feira, 13 de março de 2014

Cinderella chega à BH com efeitos especiais e recursos 4D


Espetáculo   baseado no conto do livro original dos Irmãos Grimm será apresentado nos dias 25, 26 e 27 de abril no Palácio das Artes

Belo Horizonte recebe três sessões de um dos musicais mais aplaudidos do mundo. A superprodução Cinderella será apresentada nos dias 25, 26 e 27 de abril (sexta, sábado e domingo) no Grande Teatro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1537, Centro), às 20h, 16h e 19h, respectivamente.
A emoção tomará conta do teatro. Recursos tecnológicos de última geração fazem parte da peça, que contará com incríveis cenários 3D, efeitos visuais especiais e de iluminação. O espetáculo conta ainda com gelo seco, telões em 3D, levitações, ilusionismo, explosões, cheiros e um sem fim de equipamentos que fazem a plateia ter a sensação de estar dentro do espetáculo, o chamado 4D.
 Os diálogos e as músicas são todos cantados em português. A produção musical conta com 50 profissionais, entre eles 22 atores e 15 técnicos. São mais de 180 figurinos e 5 trocas de cenários. Tudo isso gera o impressionante número de 28 toneladas de equipamentos.
A produção local é da Artbhz Produtora de Espetáculos, considerada uma das principais empresas de entretenimento familiar do país. A
Era uma vez...
Cinderella era filha de um comerciante rico. Depois que seu pai morreu , sua madrasta tomou conta da casa que era de Cinderela. Cinderela então, passou a viver com sua madrasta malvada, junto de suas duas filhas que tinham inveja da beleza de Cinderela. Ela tinha de fazer todos os serviços domésticos e ainda era alvo de deboches e malvadezas.
Um belo dia, é anunciado que o Rei realizará um baile para que o príncipe escolha sua esposa dentre todas as moças do reino. No convite, distribuído a todos os cidadãos, havia o aviso de que todas as moças deveriam comparecer ao Baile promovido pelo Rei.
A madrasta de Cinderela sabia que ela era a mais bonita da região, então disse que ela não poderia ir porque não tinha um vestido apropriado para a ocasião. Cinderela, então, costurou um vestido com a ajuda de seus amigos da floresta. Passarinhos, ratinhos e esquilos a ajudaram a fazer um vestido de retalhos, mas muito bonito. Porém, a madrasta não queria que Cinderela comparecesse ao baile de forma alguma, pois sua beleza impediria que o príncipe se interessasse por suas duas filhas. Sendo assim, ela e as filhas rasgaram o vestido, dizendo que não tinham autorizado Cinderela a usar os retalhos que estavam no lixo. Fizeram isso de última hora, para impedir que a moça tivesse tempo para costurar outro. Muito triste, Cinderela foi para seu quarto no sótão e ficou à janela, olhando para o Castelo na colina. Chorou, chorou e rezou muito. De suas orações e lágrimas, surgiu sua Fada-madrinha que confortou a moça e usou de sua mágica para criar um lindo vestido para Cinderela. Também surgiu uma linda carruagem.
Antes de sua afilhada sair, a Fada-madrinha lhe deu um aviso: a moça deveria chegar antes da meia-noite, ou toda a mágica iria se desfazer aos olhos de todos.
Cinderela chegou à festa como uma princesa. Estava tão bonita, que não foi reconhecida a não ser pela madrasta, que passou a noite inteira dizendo para as filhas que achava conhecer a moça de algum lugar, mas não conseguia dizer de onde. O príncipe, tão logo a viu a convidou para dançar. Cinderela e o príncipe dançaram e dançaram a noite inteira. Conversaram e riram como duas almas gêmeas e logo se perceberam feitos um para o outro.
Acontece que a fada-madrinha tinha avisado que toda a magia só duraria até à meia-noite e um. Quando o relógio badalou as doze batidas e um minuto, Cinderela teve de sair correndo. Foi quando deixou um dos seus sapatinhos de cristal na escadaria. O príncipe, muito preocupado por não saber o nome da moça ou como reencontrá-la, pegou o pequeno sapatinho e saiu em sua busca no reino e em outras cidades.
Muitas moças disseram ser a dona do sapatinho, mas o pé de nenhuma delas se encaixava no objeto.
Quando o príncipe bateu à porta da casa de Cinderela, a madrasta trancou a moça no sótão e deixou apenas que suas duas filhas experimentassem o sapatinho. Apesar das feiosas se esforçarem, nada do sapatinho de cristal servir. Foi quando um ajudante do príncipe viu que havia uma moça na janela do sótão da casa.
Sob as ordens do príncipe, a madrasta teve de deixar Cinderela descer. A moça então experimentou o sapatinho, mas antes mesmo que ele servisse em seus pés, o príncipe já tinha dentro do seu coração a certeza de que havia reencontrado o amor de sua vida. Cinderela e o príncipe se casaram em uma linda cerimônia. Cinderella e o príncipe foram felizes para sempre.
Ficha técnica:
Direção de Dramaturgia : Marcio Yacoff
Arranjos e direção musical:  Vila/Bond
Adereços e próteses: Gilbert Becoust
Diretor  Vocal :Thiago Lemmos
Designer de Coreografia: Nancy  Guedes
                                            Marieta  Piragine
Realização Cenográfica: Paul Veskasky & Cyrus oficinas
Designer de figurinos:  Olivia Arruda  Botelho
Assistente de Figurinos: Mariana Pocci
Modelista de Figurinos: Geralda José Ferreira
Designer make up artist : João Boccaletto
Assistente de produção : Paula Canterini
Designer de som: Jefferson Fulanetto
Designer de luz :  Sandro Moreira
Direção Tecnica : Angelo Meireles
Fotos :  Chico Audi  (Brasil)
Direção geral de produção : Andrea Oliveira
Direção geral : Billy Bond

Serviço:
Cinderella
Local: Grande Teatro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1537, Centro)
Datas e horários:
25 de abril, às 20h
26 de abril, às 16h
27 de abril, às 19h
Ingressos:
Setor 1: R$ 150,00 (inteira)
Setor 2: R$ 120,00 (inteira)
Balcão:  R$90,00    (inteira)
Classificação: livre
Produção local: Artbhz Produtora de Espetáculos
Informações: (31) 3236 7400
Assessoria de imprensa:
Heberton Lopes – hlopes@grupobalo.com – (31) 3077 0606 | (31) 8855 1219