quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Festival Internacional de Corais 2011


9ª edição do Festival Internacional de Corais homenageia os ícones da música brasileira Gonzaguinha e Gonzagão

Mais de cinco mil coralistas, de 140 corais nacionais e internacionais, participam do evento, que acontece de 16 a 25 de setembro
O grupo venezuelano Bocapella é uma das atrações do Festival
De 16 a 25 de setembro, acontece em Belo Horizonte e cidades da região metropolitana e do interior, um dos eventos mais esperados pelo público: o “Festival Internacional de Corais” que este ano homenageia dois dos mais importantes nomes da música brasileira: GONZAGUINHA E GONZAGÃO. Todos os grupos corais que participarão desta edição, vão interpretar uma ou duas músicas de autoria ou que foram interpretadas pelos cantores e compositores Gonzagão ou Gonzaguinha.

Em sua 9ª edição, o FIC 2011 confirma a participação de 140 corais nacionais e internacionais. Mais de cinco mil coralistas, entre crianças, jovens, adultos e idosos, ao lado de artistas e grupos renomados como Daniel Gonzaga, Kleiton e Kledir, Marcus Viana e 14 BIS, se apresentarão em 70 locais de 15 cidades. Todas as apresentações são gratuitas e a expectativa da organização é que cerca de cem mil pessoas assistam aos espetáculos.
Um dos principais objetivos do Festival é integrar os diversos segmentos culturais - corais e grupos vocais amadores e profissionais de empresas, instituições de ensino e comunidades – em atividades culturais, promovendo a troca de informações e o aprimoramento artístico dos participantes.

Desde 2003, ininterruptamente, são realizadas apresentações de corais e shows de renomados artistas, tendo sempre como tema musical Movimentos e Ícones da Música Brasileira, além de estender as atividades por meio da realização de oficinas de canto e técnica vocal, regência e educação musical. O evento faz parte do calendário oficial da Belotur.

O Festival Internacional de Corais é produzido pela Maestria Arte & Cultura Ltda, sob coordenação do maestro Lindomar Gomes. Mais informações podem ser obtidas pelo site:www.festivaldecorais.com.br

O canto coral

O canto coral é uma das mais remotas formas de integração social e marca a história da humanidade como prática constante e engendrada de socialização. É capaz de integrar pessoas de diferentes segmentos da sociedade, que se reúnem com um fim comum: a realização cultural. Seja como coralista ou ouvinte, a apreciação da modalidade artística sobrevive ao tempo, sendo sempre consagrada pelo interesse e forte atuação das novas gerações.
Neste sentido, Minas Gerais recebe há nove anos consecutivos o Festival Internacional de Corais, que busca a valorização dessa arte, proporcionando o acesso e intercâmbio cultural entre pessoas de diversas regiões do país e do mundo.

Pai e Filho

Luiz Gonzaga nasceu na cidade de Exu, em Pernambuco, no dia 13 de dezembro de 1912. Conhecido como o Rei do Baião, foi uma das mais completas e inventivas figuras da música popular brasileira. Cantando acompanhado de sua sanfona, zabumba e triângulo, levou a alegria das festas juninas e dos forrós pé-de-serra, bem como a pobreza, as tristezas e as injustiças de sua árida terra, o sertão nordestino, para o resto do país, numa época em que a maioria das pessoas desconhecia o baião, o xote e o xaxado. Admirado por grandes músicos, como Dorival Caymmi, Gilberto Gil e Caetano Veloso, entre outros, o genial Lula era um sofisticado inventor de melodias e harmonias. Ganhou notoriedade com as antológicas canções Baião (1946), Asa Branca (1947), Siridó (1948), Juazeiro (1948), Qui Nem Giló (1949) e Baião de Dois (1950).

Filho adotivo do Rei do Baião Luiz Gonzaga, Gonzaguinha foi criado pelos padrinhos, que o iniciaram na música. Em 1973, participou de um programa de televisão com a música "Comportamento Geral", uma incisiva crítica ao regime militar, que gerou polêmica e esgotou seu compacto que estava à venda com a música. Desde então Gonzaguinha sempre teve outros problemas com a censura. Ainda na década de 70 excursionou por todo o país e gravou, em 1976, o disco "Começaria Tudo Outra Vez", um dos maiores sucessos de sua carreira. Suas composições foram gravadas com êxito por diversos intérpretes, como Maria Bethânia, Fagner, Elis Regina, Simone, Joanna, As Frenéticas e outros. Entre elas, "A Felicidade Bate à Sua Porta", "Explode Coração", "Grito de Alerta", "Espere por Mim, Morena", "É", "Sangrando"e "O Que É o Que É".

Outras informações: www.festivaldecorais.com.br

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